Mostrando postagens com marcador saúde animal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador saúde animal. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

5 dicas para proteger seus animais do frio

Diminuir os banhos e aumentar a quantidade de ração estão entre as sugestões da World Animal Protection



O clima afeta a todos. Apesar de possuírem pelos, os animais também sofrem com as baixas temperaturas, com o vento e com a queda na umidade relativa do ar.
Em dias frios ou durante o inverno, cães e gatos ficam suscetíveis a doenças como gripe, resfriado e problemas respiratórios ou osteoarticulares. Por isso, é importante manter seu animal de estimação aquecido.
Siga as recomendações da ONG World Animal Protection:

1) Ofereça abrigo e cobertores
Se o seu animal vive fora, no quintal, procure abrigá-lo em uma casinha de tamanho apropriado e aquecê-lo com roupinhas e cobertores. Especialmente durante a noite! A casinha deve ser colocada em um local livre de chuva e de correntes de ar.
Caso o animal não possua uma casinha fechada, deve-se ao menos oferecer um local forrado com jornal ou papelão, com mantas e cobertores que ajudem a isolá-lo do chão frio. O animal nunca deve ficar ao relento ou em contato com chuva ou vento: assim como uma criança ou um idoso, os cães e gatos podem adoecer nessas condições.
2) Dê mais roupas e menos banho
Além de oferecer proteção, evite banhos frequentes nesta época. E no caso de cães e gatos peludos, procure não tosar, pois o pelo ajuda o animal a se proteger do frio. Se o seu animal já estiver acostumado ou se tiver o pelo muito curto, vista roupinhas e capas. Só não se esqueça do conforto: nunca use roupas ou acessórios que restrinjam o movimento ou a respiração do pet. E por último, tente não passear nos horários mais frios ou quando há garoa ou chuva.

3) Capriche na tigela
No inverno e durante as frentes frias, os animais gastam mais calorias para manter o corpo aquecido e por isso necessitam de um aporte maior na alimentação. Para a alegria dos comilões, os donos podem aumentar a quantidade de ração ou de alimento entre 10 e 20%, dependendo do animal. Estar bem alimentado e com as vacinas em dia também é muito importante para evitar as gripes e as doenças virais.
4) Fique de olho nas vacinas
Os gatos devem estar com a vacina tríplice em dia e os cães com a vacina V8. Se for um cão filhote, idoso ou que more com muitos outros cães, procure vacinas especificas para gripe canina, que protegem contra o Adenovírus Canino Tipo 2, o vírus da Parainfluenza Canina e a Bordetella bronchiseptica.

5) Doe, doe, doe
As campanhas do agasalho são importantes tanto para nós, quanto para os animais desamparados. Procure uma em sua região! Separe as roupinhas que já não cabem mais no seu pet, antigas camas e casinhas. Cobertores também são bem-vindos. Se não encontrar uma campanha de arrecadação, vá aos abrigos e lares provisórios: você certamente será recebido de rabos abanando.
Siga a World Animal Protection no Facebook e TwitterAjude a mover o mundo para proteger os animais.



fonte: catraca livre

terça-feira, 14 de julho de 2015

Roteiro para Examinar seu Cachorrinho Periodicamente









Seguindo o roteiro abaixo, você será capaz de examinar seu amigão minuciosamente. Tornando esse exame uma rotina mensal, será possível saber se é preciso recorrer a ajuda do médico veterinário. Independente desse exame, o veterinário deve ser consultado anualmente para avaliação e vacinação do animal. Se você for comprar um filhote, esse roteiro será muito útil para reconhecer um animal saudável.


1. Cabeça
Comece examinando os olhos do seu amigão:
- devem estar claros, sem inchaço ou secreção purulenta (amarelada);
- abaixando a pálpebra inferior, a parte interna (conjuntiva) deve estar rósea. Qualquer sinal de palidez excessiva (conjuntiva branca) pode indicar anemia.
- observe manchas brancas ou embaçamento na parte escura dos olhos.

Passe para as orelhas:
- examine a parte interna, externa e as bordas; 
- observe se há falhas ou crostas que podem indicar ácaros ou sarna;
- o ouvido sadio não tem secreção ou odor. Se notar cheiro fétido no ouvido do seu animal, bem como secreção amarelada ou amarronzada ao limpar com um chumaço de algodão, leve-o ao veterinário para que ele diagnostique uma possível otite.

Examine a boca (desde que seu cão ou gato seja manso):
- levante o lábio superior do animal e observe as gengivas. Elas devem estar róseas, palidez excessiva pode indicar anemia;
- a língua deve ter coloração rósea sempre. Se o seu animal apresentar a língua arroxeada (exceto os chow chows) ou azulada após exercitar-se, consulte o veterinário;
- observe se todos os dentes estão firmes e inteiros. Dentes moles ou quebrados podem causar dor ao animal;
- a presença de tártaro, placas duras e amareladas nos dentes, conferem um hálito bem desagradável ao seu amigão. Se for o caso, leve-o para uma limpeza dentária;
- podem aparecer verrugas em abundância na boca ou lábios dos animais, assim como placas brancas no interior da boca. Nesses casos, consulte o veterinário.

Atenção para o focinho:
- normalmente ele está úmido e frio;
- não deve haver secreção, a menos que o dia esteja muito quente, quando o animal pode "transpirar" pelo focinho;
- focinho seco e quente nem sempre indica febre. Se isso ocorrer, observe o animal e aguarde outros sinais como perda de apetite. No caso de febre, além do focinho, as patas e orelhas ficam muito quentes;
- focinho despigmentado (branco) exige a proteção de um filtro solar.
2. Pelagem
Examine a pelagem do seu animal com atenção:
- queda uniforme de pêlos, sem apresentar falhas, pode tratar-se de muda anual;
- observe a presença de parasitas como pulgas, carrapatos ou bernes (a pele apresenta um orifício e um nódulo abaixo dele);
- cães podem ter piolhos, parasitas que não se movem, são pequenos e acastanhados. Surgem em condições de higiene precárias em canis;
- falhas na pelagem, crostas ou ferimentos devem ser analisados pelo veterinário;
- a presença de nódulos ou verrugas grandes e/ou numerosas também merecem a atenção do veterinário.
3. Corpo
O exame de órgãos internos não é possível ao leigo. Se houver problema em qualquer órgão sempre haverá uma manifestação externa como vômitos, diarréia, excesso ou falta de urina, ingestão exagerada de água, tosse, cansaço, dor ao se movimentar ou tentar pular, "engasgo" após exercício ou excitação, etc. Se notar algum desses sinais, que perdurem por mais de 2 dias, leve seu cão ao veterinário.

- observe se o seu animal está acima do peso. Esse é um parâmetro muito subjetivo, pois aquilo que pode ser "obesidade" para o veterinário, pode não ser para o dono do animal. Se as costelas do cão estiverem aparecendo, é fácil deduzir que ele esteja abaixo do peso. Por outro lado, se o animal perder a "cintura" (curvatura da região do flanco), desconfie que ele esteja muito gordo;
- barriga inchada nem sempre é sinal de muita comida, o animal pode ter vermes;
- na região do ventre (parte inferior da barriga), note se há algum volume na cicatriz do umbigo. Cães e gatos também podem ter hérnia, principalmente os filhotes.

No caso das fêmeas, principalmente, é preciso examinar todas as tetas (cadeia mamária) em busca de nódulos, inchaços e secreções. As cadelas e gatas podem ter tumores, benignos ou não, nas glândulas mamárias. Nas fêmeas castradas antes do primeiro cio, ou até 1 ano de idade, a chance desses tumores é muito pequena. A castração é um método de prevenção.
4. Patas
Flexione e estenda os membros do seu animal suavemente:
- se ele sentir qualquer dor, que persista a um segundo exame, leve-o ao veterinário. Alguns animais detestam que mexam em suas patas. Tente diferenciar a dor do medo;
- olhe entre os dedos das patas e procure por parasitas (carrapatos) ou ferimentos;
- faça o mesmo na parte de baixo, entre as "almofadinhas" (coxins) dos pés;
- se as unhas estiverem muito compridas, leve o animal ao pet shop ou ao veterinário para apará-las.
5. Genitais
No macho, constitui-se do pênis, prepúcio (pele que recobre o pênis), testículos e bolsa escrotal (pele que reveste os testículos). Na fêmea, você observará a vulva que a porção externa da vagina.
- tanto no macho quanto na fêmea, observe a presença de secreção nos genitais. Se for abundante, procure o veterinário sem demora, principalmente, se você tiver uma fêmea acima de 7 anos;
- no macho, note se os dois testículos estão na bolsa;
- atente para a pele que reveste os testículos ("saquinho"), ela deve estar livre de irritações ou feridas;
- os 2 testículos devem apresentar o mesmo tamanho.
6. Cauda
Curto ou longo, não esqueça do rabinho do seu amigão. É em sua base que as pulgas gostam de se aglomerar causando desconforto e feridas pela coceira. Animais de cauda longa e pesada podem ter ferimentos na ponta. Chegando na cauda, o exame do seu animal estará completo!
ATENÇÃO! Esse exame básico NÃO SUBSTITUI O ATENDIMENTO VETERINÁRIO, pelo contrário, ele visa reconhecer problemas prematuramente para você buscar ajuda do profissional veterinário à tempo. Consulte o veterinário regularmente.
Reproduzido do site: www.dogtimes.com.br
Silvia C. Parisi
médica veterinária - (CRMV SP 5532)

foto:prudente.jovempanfm.bol


segunda-feira, 13 de julho de 2015

Conheça as plantas tóxicas para o seu cachorro






Conheça as plantas tóxicas para o seu cachorro

Muita gente tem cães em quintais, sítios e fazendas. Mas o que as pessoas não sabem é que algumas plantas podem intoxicar nossos cães, levando inclusive à morte.
Verifique se você tem alguma dessas plantas em casa e desfaça-se imediatamente para que seu cachorro não corra risco de ingerí-las.
Alamanda (Allamanda cathartica) – A parte tóxica é a semente.
Antúrio (Anthurium sp) – As partes tóxicas são folhas, caule e látex.
Arnica (Arnica Montana) – A parte tóxica é a semente.
Arruda (Ruta graveolens) – A parte tóxica é a planta toda.
Avelós (Euphorbia tirucalli L.) – A parte tóxica é toda a planta.
Beladona (Atropa belladona) – As partes tóxicas são flor e folhas. – antídoto: Salicilato de fisostigmina.
Bico de papagaio (Euphorbia pulcherrima Wiild.) – A parte tóxica é toda a planta.
Buxinho (Buxus sempervires) – A parte tóxica é são as folhas.
Comigo ninguém pode (Dieffenbachia spp) – As partes tóxicas são as folhas e o caule.
Copo de leite (Zantedeschia aethiopica Spreng.) – A planta é toda tóxica.
Coroa de cristo (Euphorbia milii) – A parte tóxica é o látex.
Costela de Adão (Monstera deliciosa) – As partes tóxicas são as folhas, caule e látex.
Cróton (Codieaeum variegatum) – A parte tóxica é a semente.
Dedaleira (Digitalis purpúrea) – As partes tóxicas são flor e folhas.
Espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata) – A parte tóxica é toda a planta.
Espirradeira (Nerium oleander) – A parte tóxica é a planta toda.
Esporinha (Delphinium spp) – A parte tóxica é a semente.
Hibisco (Hibiscus) – A parte tóxica são as flores e as folhas.
Fícus (Ficus spp) – A parte tóxica é o látex.
Jasmim manga (Plumeria rubra) – As partes tóxicas são flor e látex.
Jibóia (Epipremnun pinnatum) – A parte tóxica são as folhas, caule e látex.
Lírio da paz (Spathiphylum wallisii) – As partes tóxicas são as folhas, caule e látex.
Mamona (Ricinus communis) – A parte tóxica é a semente.
Olho de cabra (Abrus precatorius) – A parte tóxica é a semente.
Pinhão paraguaio (Jatropha curcas) – As partes tóxicas são semente e fruto.
Pinhão roxo (Jatropha curcas L.) – As partes tóxicas são as folhas e frutos.
Saia branca (Datura suaveolens) – A parte tóxica é semente.
Saia roxa (Datura metel) – A parte tóxica é semente.
Samambaia (Nephrolepis polypodium). Existem vários tipos de samambaias e outros nomes científicos. Essa é apenas um exemplo, todas são tóxicas. – A parte tóxica são as folhas.
Taioba brava (Colocasia antiquorum Schott) – A parte tóxica é toda a planta.
Tinhorão (Caladium bicolor) – A parte tóxica é toda a planta.
Vinca (Vinca major) – As partes tóxicas são a flor e folhas.

Fonte: tudosobrecachorros.com.br


Meu cachorro mordeu um sapo: o que fazer nessas horas?





Sapos podem ser um problema aos donos de pets pois eles produzem toxinas letais aos cães. Acidentes envolvendo cães e sapos são comuns e devem ser motivo de preocupação para quem é proprietário de um cachorro,  principalmente quem mora em locais como próximos ao habitat natural destes anfíbios.



Os sapos comuns, (do gênero Bufo)  podem causar graves intoxicações entre os cães.  Fora da água, os sapos caminham lentamente, o que os torna presas fáceis para qualquer cachorro, que podem morder estes anfíbios. Na superfície dos sapos, existem substâncias potencialmente fatais para um cachorro. No momento da mordida, os sapos eliminam este 'veneno', produzidos em suas glândulas espalhadas pelo seu corpo, sendo rapidamente absorvido causando graves sintomas nos cachorros. 
(Aspecto de veneno produzido pelas glândulas paratóides Imagem: Sonne et Al. 2008)

Sintomas da intoxicação por veneno de sapo em cães: 


O veneno produzido pelos sapos pode causar diversos sintomas entre os cães, que podem variar de acordo com a quantidade ingerida


·         Vômitos e náuseas: cães podem começar a demonstrar ânsia de vômito logo após a intoxicação;
·         salivação intensa;
·         incontinência urinária e fecal :  animal defeca e urina de forma descontrolada;
·         convulsões;
·         o efeito do veneno pode causar hemorragias generalizadas nos cães, e ainda causar parada cardíaca, levando a morte em poucos minutos.

Tratamento das intoxicações causadas pelo veneno de sapo em cães

Esta situação é uma emergência e se não tratada a tempo pode levar a morte de um cão em poucos minutos!

Se você presenciou o ocorrido, o que pode ser feito como medida de primeiros socorros é lavar bem a boca do cachorro com água para eliminar restos do veneno, se isso for possível. Não o faça se não tiver segurança, pois vale lembrar que os cães podem morder, principalmente nestes momentos pois o veneno pode causar dor. 
Procure por atendimento veterinário o mais rápido possível. Casos de intoxicação por sapos precisam de tratamento imediato com medicamentos para combater os sintomas. Quando atendidos a tempo por um médico veterinário, existem boas chances de recuperação quando tratamento de suporte é realizado a tempo.
O veterinário pode precisar de exames complementares como um ECG - eletrocardiograma.  Não existe um antídoto e sim medicamentos que irão auxiliar no controle dos sintomas, como a atropina e medicamentos anticonvulsivantes.


Como evitar acidentes envolvendo sapos e cães


Os sapos comuns podem ser encontrados em praticamente em quase todas as regiões do planeta.

Quem mora em locais próximos a lagoas ou riachos pode não ter como evitar este 'problema de convivência' entre cães e sapos. Não existe justificativa para matar os sapos: basta seguir algumas 'boas regras de convivência', veja algumas dicas a seguir:

1. Sapos se alimentam praticamente de tudo: são animais onívoros. Evite deixar a ração de cães ou outros alimentos em locais que eles possam ter acesso e facilitando a presença deles nos locais onde cães possam atacá-los.  

2. Cuidado redobrado ao passear com seu cachorro em ambientes como sítios ou fazendas que tenham áreas alagadas. Evite que os cães tenham acesso aos locais que onde você perceba que existam sapos durante a noite. Sapos normalmente evitam sair a luz do dia, devido ao risco deles perderem umidade. 

3. Use as plantas ao seu favor: plantas que produzem odor cítrico, como o limão, são repelentes naturais de sapos. Uma sugestão é espalhar uma mistura de suco de limão nos locais onde eles forem indesejados. Grãos de café torrado também tem essa função e podem ser uma alternativa.

4. Se você tem qualquer tipo de água parada em sua propriedade, o ideal é ter algum tipo de filtro que faça a água recircular. Anfíbios põem ovos na água parada: manter a água em movimento é uma forma de controlar o número de novos sapos.

Importante: O veneno dos sapos comuns não é tóxico aos humanos: se você tocar um sapo, o ideal é lavar as mãos o mais rápido possível.

fonte: agenda pet


domingo, 25 de janeiro de 2015

Cachorros de focinho curto exigem cuidados extras no verão


Eles são meigos, cheios de dobrinhas e fazem o maior sucesso nas redes sociais. Os cães braquicefálicos – com a cabeça achatada –, como pugs, buldogues, pequineses, shih tzu e lhasas derretem o coração dos donos com seus olhinhos saltados e focinhos amassados. As características anatômicas, porém, os predispõem a uma série de doenças.
Fique atento
Mais cuidados para prevenir doenças:
Coleira certa
Escolha o modelo peitoral. O de pescoço dificulta ainda mais a respiração e pode causar acidentes oculares.
Higiene bucal
Escove os dentes de seu cão a cada dois dias. O tamanho reduzido da cabeça gera dentes encavalados, que retêm comida e provocam tártaro, gengivite e perda dentária.
Pele limpa
As dobrinhas de pele acumulam secreções e gordura, o que pode levar a infecções fúngicas, assaduras e alergias. Limpe esses locais regularmente com cotonete ou uma toalha delicada umedecida com água.
Olhos sensíveis
“Por causa do rosto achatado, os cães braquicefálicos têm a órbita ocular rasa e são predispostos a doenças nos olhos”, alerta a veterinária Thaís Andrade Costa Casagrande. Pancadas na cabeça e puxões muito fortes de coleiras de pescoço podem fazer com que o globo ocular salte para fora, alerta ela. “Caso ocorra, pegue imediatamente um algodão ou gaze, umedecida em água ou solução fisiológica, recoloque o olho no lugar e corra para o veterinário.” Olho ressecado, úlceras na córnea e problemas na pálpebra também são comuns. Fique sempre atento e consulte um especialista sobre as medidas adequadas.

A preocupação de Suellen tem fundamento, pois o focinho curto desses cães dificulta as trocas de ar. “Se o animal ganha peso, a gordura acumula também dentro do organismo, prejudicando a expansão das estruturas respiratórias”, explica a médica veterinária Ana Paula Sarraff Lopes, professora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

De acordo com ela, a alteração anatômica da cabeça pode fazer com que o cão nasça com até três “defeitos” respiratórios: narinas estreitas, traqueia com diâmetro reduzido e palato mole prolongado. Este último ocorre quando a estrutura que separa a cavidade nasal da cavidade oral é comprida demais. A sobra de tecido provoca o ruído característico que esses cachorros produzem ao respirar. As três disfunções associadas caracterizam a síndrome braquicefálica.
As narinas e o palato mole podem ser operados, aliviando os problemas. Nem todo cão braquicefálico tem a síndrome, mas os donos devem tomar cuidado com o maior risco gerado pela respiração difícil: a hipertermia.

Superaquecimento
“Como os cães não suam, as trocas de calor são realizadas apenas através do focinho e da boca”, explica a médica veterinária Thaís Andrade Costa Casagrande, coordenadora da comissão de ética para uso de animais em pesquisa da Universidade Positivo. A respiração problemática dificulta que os animais resfriem o corpo. “Essas raças têm intolerância ao calor. Deixar o cão exposto ao sol quente pode levá-lo à morte”, alerta a especialista. “Leve para passear em horários mais frescos, ofereça água à vontade e deixe-os à sombra em locais externos, como quintais”.
Se o seu cão desmaiou ou começou a passar mal devido ao calor, tente resfriá-lo imediatamente. “Molhe e coloque gelo próximo à cabeça, dê um banho e leve-o ao veterinário”, orienta Thaís. Lá, o especialista pode aplicar soro ou oxigênio caso seja necessário.

http://www.gazetadopovo.com.br/ 
foto: anilpugpuppies.blogspot

sábado, 24 de janeiro de 2015

Meu Cachorro ingeriu veneno e agora?




Os primeiros sinais de envenenamento são: salivação, vômitos, inchaço, vermelhidão na boca, taquicardia, diarreia, tremores, secreções bucais e até convulsões. Caso seu cãozinho apresente estes sintomas, procure imediatamente um veterinário. Rapidez é essencial para a recuperação do animal.

Como agir em caso de envenenamento:
1. Identifique o que causou a intoxicação, procurando vestígios na boca ou na casinha do
animal. Em caso de produtos químicos ou envenenamento por plantas, leve a embalagem do produto ou a espécie sob suspeita ao veterinário. Se você se encontrar longe de um profissional, dê carvão ativado diluído em água. Ele impede a absorção completa do agente tóxico pelo organismo, mas só funciona quando aplicado logo após o incidente.

2. Com uma luva cirúrgica, lave a boca do animal com água abundante. Não provoque o vômito, pois se o agente for uma substância corrosiva, como a soda cáustica, ela ocasionará mais ferimentos no esôfago do animal. Leve-o imediatamente a um hospital veterinário.


3. Mantenha o animal em jejum. Não dê leite porque esse alimento pode reagir com o produto que provocou a intoxicação.

Se você não consegue identificar o agente causador do envenenamento, procure orientação no Centro de Controle de Intoxicações: 0800-7226001


Lembramos que em todos os casos um VETERINÁRIO deve ser imediatamente acionado.


fonte: portal do dog




Cachorros podem comer Doces?




É bastante comum vermos em festas de aniversário e datas festivas proprietários e visitas oferecerem aos cães doces da mesa da festa. Existem cachorros que, por desde de pequenos receberem doces, são acostumados a isso e acham saborosas as guloseimas. Já os cachorros que são acostumados somente a comer rações, não aprovam o paladar da iguaria. É importante enfatizar que os cães em sua natureza são carnívoros e sua fisiologia é adaptada a ingerir, na sua maioria, apenas carne.
doce aos cães pode causar sérios danos, dependendo, é claro, principalmente, do tipo de Para início de conversa, existem frutas e outros alimentos que são totalmente contra-indicados para o consumo dos cães, já que portam toxinas que podem levar o pet a óbito. Um grande precursor de morte em cães, é o famoso chocolate, que é ofertado diariamente para os animais, em forma de biscoitos, bolos, barras de chocolate e etc. O chocolate, por conter uma toxina prejudicial ao cão – chamada Teobromina – é bastante ofensivo ao pet. Diferentemente do ser humano, já que o nosso organismo metaboliza essa substância. É bom deixar claro que qualquer dose excessiva de doce.
Existem tipos de doces, que se forem ofertados em pouca quantidade e em forma de petisco, não farão mal ao animal. A banana é um exemplo que é sempre bem-vinda em pequenas quantidades para oferecer ao animal, pois é uma fonte de potássio. Já uma fruta que causa danos severos ao animal é o abacate, que contém uma substância chamada Persin, causando sérios problemas digestivos no companheiro de quatro patas.
Outro ponto primordial na questão da alimentação faz referência ao leite. Os cães, assim como nós, também podem ter intolerância à lactose. É importante que os proprietários observem isso no cão quando filhote. Os cães que têm intolerância a produtos lácteos, devem ter uma dieta mais selecionada, sendo evitado ao máximo o consumo de produtos derivados do leite. Um produto que os tutores adoram oferecer aos cães é o iogurte, não havendo nenhum empecilho, desde que este não apresente aditivos, frutas inadequadas ao consumo dos cães ou que o pet não tenha intolerância à lactose.
Muitos tutores têm dúvida de se é possível ofertar aos cães sorvete, principalmente em locais com o clima mais tropical. Sorvetes, de sabores que os cães podem comer, não apresentam tanto problema, porém, hoje em dia, existe no mercado pet sorvetes especiais para cães, com diversos sabores para saciar o desejo dos animais e aliviar o calor.
Em suma, os cães podem comer alguns tipos de doces, principalmente os que sejam naturais, como frutas permitidas à cães, em pequenas quantidades, o que não fará mal ao seu organismo. Antes de selecionar um cardápio extra de doçuras e petiscos, o tutor deve se informar com o profissional médico veterinário quais petiscos o cão pode consumir. Assim como nós, os cães podem ser diabéticos, fazendo com que seja totalmente contra indicado o consumo de produtos adocicados.  Doces industrializados devem ser evitados. Jamais oferte qualquer alimento ao seu pet, sem saber se fará bem a ele. É melhor prevenir do que remediar.

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo
PORTAL DO DOG

Chá é bom pra cachorro!



Se o bicho anda agitado, um bom chá de melissa pode deixá-lo calminho, calminho. Digestão difícil? Tente uma infusão de folhas de boldo. Agora, se o caso for um problema respiratório, a menta trará um alívio e tanto. Assim como a gente, os pets também saem ganhando com as plantas medicinais. Infusões ou mesmo cápsulas, não importa a forma — medicamentos fitoterápicos, 100% naturais, são cada vez mais adotados em clínicas veterinárias para curar desde feridas até dores articulares em animais domésticos.
Se o especialista indicar um chá, você só vai precisar de uma seringa. Já a cápsula pode ser misturada à ração. Vêm das plantas, também, as substâncias usadas em tinturas, óleos e pomadas. “Geralmente o remédio tem boa aceitação”, garante a veterinária Regina Motta, da clínica Homeo Patas, em São Paulo. As doses e a duração do tratamento variam de acordo com o tamanho do animal — e da encrenca.
Segundo o veterinário Marcos Fernandes, da Escola Paulista de Homeopatia, em São Paulo, o baixo custo dos fitoterápicos e a diminuição dos efeitos colaterais são as principais vantagens do tratamento. Os remédios costumam ser encontrados em farmácias especializadas ou de manipulação. “Por serem naturais, os princípios ativos são menos tóxicos e causam menor impacto no organismo”, acredita a veterinária Regina.
Mas atenção! A prescrição do veterinário é indispensável. “Os fitoterápicos exigem os mesmos cuidados que as drogas alopáticas”, alerta Valéria Oliva, da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), em Araçatuba. “Se são utilizados da maneira errada, podem apresentar resultados indesejados”, completa o professor veterinário Nilson Roberti Benites, da Universidade de São Paulo.
Homeopatia x fitoterapia 
É fácil entender as diferenças entre as duas correntes
“A fitoterapia se vale apenas de plantas, enquanto a homeopatia utiliza também minerais e animais”, esclarece o veterinário Marcos Fernandes, da Escola Paulista de Homeopatia, em São Paulo. E mais: o princípio ativo do remédio homeopático
é extremamente diluído.
Os mais receitados
• Tintura de calêndula: Cicatrizante e anti-séptico de uso tópico
• Tintura de eufrásia: Usada como colírio contra conjuntivite
• Chá de camomila: Alivia cólicas
• Própolis: Para tratar problemas respiratórios ou irritações na pele
• Chá de boldo: Infusão contra problemas no fígado
• Passiflora e melissa: Contêm substâncias calmantes
• Chá de quebra-pedra: Previne a formação de pedras nos rins
• Arnica: Pomada de uso local, reduz inchaço e traumatismos
• Copaíba: Óleo cicatrizante e antibacteriano
• Menta: Infusão usada para inalação

Texto por Beth Fernandes
Fonte Saúde Abril e portal do dog




lágrima marrom em cães - Soluções

Problemas quase inofensivos com o canal lacrimal dos cães



Sempre que a lágrima escorre por fora do canal lacrimal, pelo focinho do cão, haverá umidade da região abaixo dos olhos e uma mancha marrom, a qual, em cães de coloração clara nessa região, deixa bem evidente essa pigmentação castanha, nada estética, porém praticamente inofensiva.
A via lacrimal inicia-se na região ocular e desemboca na cavidade no nariz e, em algumas raças, na boca. Na região ocular existem 2 entradas para a lágrima, chamadas de pontos lacrimais inferior e superior, localizadas na junção da mucosa com a pele das pálpebras inferiores e superiores, no canto interno do olho do cão. Elas se unem internamente, formando o ducto nasolacrimal para, então, desembocar na narina e na boca.
A lágrima drenada por fora da via lacrimal natural, pela superfície da pele, causa umidade na região abaixo dos olhos do cão, facilitando a proliferação de bactérias não patógenas, porém capazes de produzir secreção fétida de coloração escura.
Ao contrário do que se pensa, a lágrima não é ácida, tem pH neutro adequado para sua localização ocular. Porém, um de seus componentes é a lactoferrina que, quando acumulada, pode levar a uma coloração escura.
Juntando estes dois mecanismos de formação de pigmento escuro é que chegamos à cromodacriorreia (“lágrima marrom”). As raças mais acometidas são as toys (Poodle, Maltês, Bichon Frise etc.) e as braquicefálicas (Pug, Boxer, Bulldog Inglês, Bulldog Francês, Shi Tzu, Persa etc.)
O tratamento consiste em eliminar a causa do lacrimejamento excessivo ou do desvio da drenagem da lágrima. Para a maioria dos casos existe correção cirúrgica definitiva. Em outros casos, ou quando se opta por não realizar a cirurgia, existem algumas dicas de manutenção:
• evitar lavar diariamente a região;
• manter a região bem seca com gaze, paninho limpo ou lenço de papel;
• massagear o canto dos olhos diariamente para evitar entupimento na ponta lacrimal;
• aplicar pó de maisena na região abaixo dos olhos para conter a umidade e
• manter o pelo dessa região bem aparado.
Se, com todos esses cuidados, ainda assim você notar a região abaixo dos olhos úmida, mesmo sem a mancha marrom, procure o oftalmologista veterinário para sondar o canal lacrimal, depilar os cílios que estão produzindo o excesso de lágrima ou identificar a causa de base.

fonte :www.caesamigos.com.br
Jorge da Silva Pereira é médico veterinário especializado em Oftalmologia.
contato@drjorgepereira.com.br